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O começo da internet no Brasil






Veja como foi o histórico da internet aqui no Brasil que se iniciou em setembro de 1988. As conexões inicialmente foram feitas em setor acadêmico e somente anos depois foi destinada a usuários domésticos e empresas.






No livro de Érico Guizzo, Internet: O que é, o que oferece, como conectar-se (Editora Ática, 1999) demonstra como foi o histórico da internet aqui no Brasil que se iniciou em setembro de 1988. As conexões inicialmente foram feitas em setor acadêmico e somente anos depois foi destinada a usuários domésticos e empresas.






A internet no Brasil iniciou-se em setembro de 1988 quando no Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC), localizado no Rio de Janeiro, conseguiu acesso à Bitnet, através de uma conexão de 9 600 bits por segundo estabelecida com a Universidade de Maryland.












Dois meses depois foi a vez da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) que também ligou-se à Bitnet, por meio de uma conexão com o Fermi National Accelerator Laboratory (Fermilab), em Chicago. Algum tempo depois, a Fapesp criou a rede ANSP (Academic Network at São Paulo), interligando a Universidade de São Paulo (USP), a Universidade de Campinas (Unicamp), a Universidade Estadual Paulista (Unesp) e o Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (IPT). Mais tarde, ligaram-se à ANSP a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRS).








Em maio de 1989, a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) também ligou-se à rede Bitnet, através da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), constituindo-se no terceiro ponto de acesso ao exterior. Em 1981 foi fundado o Ibase (Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas), autônomo e apartidário o Ibase sempre teve como um de seus objetivos a disseminação de inframções a sociedade civil. Isso incluía a democratização do acesso às redes de computadores no país.






Em meados da década de 80, o Ibase integrou-se a um projeto internacional chamado Interdoc. Sua finalidade era o uso do correio eletrônico para o intercâmbio de informações entre ONGs (organizações não-governamentais) de todo o mundo. Participavam do projeto dezenas de entidades da África, América Latina, Ásia e Europa. Contudo, o uso desse sistema ainda era extremamente caro. Fazia-se necessário encontrar meios alternativos para facilitar essa conexão internacional e reduzir os custos de comunicação.






Alternex, um serviço internacional de mensagens e conferências eletrônicas pioneiro no país. Através do Alternex era possível trocar mensagens com diversos sistemas de correio eletrônico de todo o mundo, incluindo a Internet. O Alternex foi, portanto, o primeiro serviço brasileiro de acesso à Internet fora da comunidade acadêmica.


O brasileiro quer se conectar






A situação permaneceu assim até meados de 94, quando a Internet ultrapassou as fronteiras acadêmicas e começou a chegar ao ouvido de muitos brasileiros. No dia 17 de julho daquele ano, o jornal Folha de S.Paulo dedicou a edição dominical do seu caderno Mais! à “superinfovia do futuro”. E anunciava: “nasce uma nova forma de comunicação que ligará por computador milhões de pessoas em escala planetária”.






Quase no final de 94, o governo brasileiro – que até então pouco tinha feito pela Internet no Brasil – divulgava, através do Ministério de Ciência e Tecnologia e do Ministério das Comunicações, a intenção de investir na nova tecnologia. A criação da estrutura necessária para a exploração comercial da Internet ficou a cargo da Embratel e da RNP.






No final de 94, a Embratel iniciou seu serviço de acesso à Internet em caráter experimental. Cinco mil usuários foram escolhidos para testar o serviço. Alguns meses depois, em maio de 95, o acesso à Internet via Embratel começou a funcionar de modo definitivo. Mas a exclusividade da Embratel no serviço de acesso a usuários finais desagradou à iniciativa privada. Temia-se que a Embratel e outras empresas de telecomunicações dominassem o mercado, criando um monopólio estatal da Internet no Brasil.






Diante disso, o Ministério das Comunicações tornou pública a posição do governo de que não haveria monopólio e que o mercado de serviços da Internet no Brasil seria o mais aberto possível.


















Ainda nesta época, foi criado o Comitê Gestor Internet Brasil, com o objetivo de traçar os rumos da implantação, administração e uso da Internet no país. Participariam do Comitê Gestor membros do Ministério das Comunicações e do Ministério de Ciência e Tecnologia, representantes de provedores e prestadores de serviços ligados à Internet e representantes de usuários e da comunidade acadêmica. O Comitê Gestor teria ainda como atribuições principais: fomentar o desenvolvimento de serviços da Internet no Brasil, recomendar padrões e procedimentos técnicos e operacionais, além de coletar, organizar e disseminar informações sobre os serviços da Internet.






Apesar do mercado promissor, as coisas continuaram assim, meio capengas, por todo o ano de 95. A Embratel e o Ministério das Comunicações não facilitavam as iniciativas dos provedores privados: a estrutura necessária não estava totalmente implantada e havia indefinições sobre os preços a serem cobrados. Mesmo assim, uma dezena de provedores já operava até o final de 95 conectados à Internet através da Embratel. Outros, como a IBM e a Unisys, começaram a implantar suas próprias conexões internacionais.


A Internet decola no país






O grande boom da rede aconteceu ao longo do ano de 1996. Um pouco pela melhoria nos serviços prestados pela Embratel, mas principalmente pelo crescimento natural do mercado, a Internet brasileira crescia vertiginosamente, tanto em número de usuários quanto de provedores e de serviços prestados através da rede.






Uma das provas de que a Internet realmente havia decolado no Brasil veio no dia 14 de dezembro de 1996, quando Gilberto Gil fez o lançamento de sua música Pela Internet através da própria rede, cantando uma versão acústica da música ao vivo e conversando com internautas sobre sua relação com a Internet.


Fonte-tecnologia

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publicado às 21:59



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publicado às 00:30







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publicado às 00:18




Por que é AdGuard melhor do que outras soluções Adblock?

bloqueadores de anúncios comuns são implementados como extensões do navegador, enquanto AdGuard trabalha em um nível de rede e não está sujeito a todas as limitações que um navegadores impõem suas extensões.

AdGuard

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Bloqueio de anúncios e de rastreamento de pedidos

A pedra angular do trabalho de qualquer bloqueador de anúncios está bloqueando dos pedidos de materiais de anúncio em uma página da web (banners, scripts). 


processamento de cosméticos da página

A fim de esconder o quebrada e bloqueada elementos do processamento de cosméticos adicional de páginas com CSS é necessária. 


Site filtragem código HTML

AdGuard trabalha em um nível de rede, de modo que a maior parte de elementos dos anúncios são cortados a partir do código, mesmo antes de a página é carregada no navegador. 


Funciona em todos os navegadores

Firefox, Chrome, Yandex navegador, o Internet Explorer, o navegador de internet que você está usando, AdGuard vai funcionar igualmente bem em todos eles. 


Proteção contra anúncios maliciosos

AdGuard verifica cada consulta rede através do banco de dados que contém mais de 1 500 000 phishing e sites maliciosos. 


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Você está irritado com os anúncios em Skype, uTorrent e outras aplicações? Basta ativar a sua filtragem em ambientes AdGuard.


A Aplicação para telemóvel (celular) 
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publicado às 00:04



Desativar a abertura de programas durante o boot do sistema é uma das formas mais eficazes de se acelerar a inicialização do Windows. Fazer uma limpeza sobre os registros, remover eventuais malwares e desinstalar programas inúteis também otimizam a performance do computador enquanto a máquina é ligada, bem sabemos

Fato é que, desde o Windows Vista, o mecanismo de inicialização desenvolvido pela Microsoft tenta, por si só, melhorar a resposta do sistema para o processo de boot. Uma das saídas encontradas pela empresa foi atrasar a ativação de aplicativos; a partir do Windows Vista, inclusive, o recurso “Startup Delay” foi implantado.



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Mas como, afinal, deixar a inicialização do Windows 10 mais rápida não apenas através da desativação dos programas abertos durante o boot? Neste tutorial, você vai aprender a diminuir o atraso da inicialização por meio da edição de um registro. 

Atenção: na prática, o delay para a inicialização do sistema não pode ser eliminado por completo. Ainda assim, acelerar o boot através da atribuição de novos valores a um registro do PC é uma boa opção para usuários que desejam otimizar o processo.
Como reduzir o delay para inicialização do sistema

Digite o comando “regedit”, sem aspas, na caixa de pesquisas do Windows 10 e abra o Editor de Registros (será necessário fornecer autorizações de administrador à tarefa). 


Em seguida, acesse a pasta “Serialize” por meio deste caminho:

HKEY_CURRENT_USER\Software\Microsoft\Windows\CurrentVersion\Explorer\Serialize

Não encontrou a pasta? Clique com o botão direito do mouse sobre a pasta “Explorer” e então crie o local em Novo > Chave. 

Feito isso, clique com o botão direito sobre a janela que exibe o arquivo-padrão do tipo “REG_SZ” e crie um novo arquivo DWORD com o nome StartupDelayInMSec – selecione a extensão de acordo com os bits da sua máquina (aprenda a verificar a arquitetura do computador aqui). Deixe todos os valores zerados, conforme a imagem abaixo.


Pronto! Reinicie seu computador e coloque a nova configuração à prova. Não notou resultados significativos após editar o registro? Clique aqui e confira uma série de dicas para otimização do seu Windows 10.

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publicado às 21:49



Uma das principais queixas dos utilizadores que têm Windows (qualquer versão) é o facto de este se começar a tornar lento no arranque a cada dia que passa. Tal situação deve-se normalmente às aplicações que vamos instalando, isto porque muita deles passam a ser carregadas no inicio do Windows.

Hoje ensinamos alguns truques que podem melhorar a velocidade de arranque do Windows 10.




O Windows disponibiliza várias funcionalidades que permitem personalizar o sistema em vários aspectos. Ao nível do desempenho, especialmente no arranque, é importante que se saiba quais as aplicações que vão carregar logo no inicio assim como os serviços que estão activos.
Avaliar o arranque do Windows (Processos)

Esta é uma dica que já apresentamos aqui em mais detalhe. O Windows 10 tem disponível no Gestor de Tarefas toda a informação que o utilizador necessita para poder fazer a avaliação e a escolha das aplicações que quer a correr. Para abrirem o Gestor de Tarefas basta carregar em CTRL + SHIFT + ESC e depois carregar em Mais detalhes.

Em seguida devem abrir o separador Arranque e desactivar aplicações que não consideram importantes no arranque do sistema. De salientar que podem saber o impacto da aplicação no arranque na última coluna dos resultados.

Gerir serviços

Outra das hipóteses para melhorar o arranque do Windows 10 é avaliar os serviços activos. Para isso basta carregar em WIN + R e depois escrever services.msc. Por exemplo, para quem não usa impressora não necessita de ter o serviço de impressão activo.

FastStartup

No Windows 10 a Microsoft disponibiliza a opção “Escolher o que fazem os botões para ligar/desligar” dentro das opções de energia no painel de controlo. Aí dentro selecionem a opção “Ativar arranque rápido”


E são estas algumas das dicas que podem usar para ter um arranque mais rápido no Windows 10.

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publicado às 21:43

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