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Luís Virtual

Luís Virtual

02 de Novembro, 2016

Veja que bom exemplo de amor e solidariedade...mostra que quem quer faz mesmo que seja pouco...

Luís Martins


Americana roda mundo construindo pontes em comunidades carentes 



Organização já concluiu 110 projetos de pontes para pedestres. Engenheira aderiu ao grupo após estudar em Fiji e ver impacto das obras.

A engenheira Avery Bang na ponte sobre o Rio Nilo Azul, na Etiópia, em 2009 (Foto: Bridges to Prosperity)

Ter uma ponte para atravessar um rio a pé é item de primeira necessidade para milhares de comunidades ao redor do mundo. Em locais onde andar é parte essencial da vida, não ter essa simples obra de engenharia deixa a população isolada durante alguns meses do ano – nas épocas de cheia, atravessar muitos rios pode ser fatal, limitando o acesso a escolas, médicos, mercados, além do contato com o mundo. Para tentar sanar essa necessidade, a engenheira americana Avery Bang viaja o mundo construindo pontes para pedestres com a organização Bridges to Prosperity (Pontes para a Prosperidade).

Avery começou a trabalhar com a B2P, como é conhecida a organização, em 2006, após voltar de um intercâmbio em Fiji. Na época, ela era estudante de engenharia na Universidade de Iowa e quis estudar fora em um país que fosse diferente dos EUA.

Nós recebemos muito mais pedidos do que poderemos construir um dia”

Avery Bang, da Bridges to Prosperity (Pontes para a Prosperidade)

“Eu queria muito ir para algum lugar onde a qualidade de vida e as coisas que as pessoas valorizassem fossem diferentes dos valores das pessoas dos países ocidentais desenvolvidos”, conta. “Eu venho de um local muito privilegiado, uma família normal americana, e em Fiji as pessoas que são mais pobres vivem da mesma maneira como há 500 anos. É um tipo de existência completamente diferente. Mesmo assim, senti que, apesar de todos os privilégios que temos nos EUA, as pessoas em Fiji eram talvez mais felizes.”

No país, ela visitou uma pequena vila na qual uma ponte para pedestres havia acabado de ser construída, mudando a realidade da população. “De repente, eles tiveram acesso durante o ano todo às escolas, aos serviços de saúde, aos mercados. Quando voltei para os EUA, falei: ‘quero construir pontes’.”



continua na próxima pagina .......

02 de Novembro, 2016

As vezes ao machucar saimos mais machucados do que deixamos ...

Luís Martins


Nunca se sabe quando o coração vai parar de vez

quando os olhos vao fechar de vez

quando a boca não mais abrira

assim é melhor aprender imediatamente amar

só amando podemos lucrar

só amando vamos a própria alma salvar

não se preocupar ao outro julgar

ninguém sabe nada de um coração

onde dentro não podemos está

só conhecemos o que se apresenta

o nosso conhecimento é muito limitado

para achar que pode julgar quem ama ou nao sabe

amar...cada um tem seu jeito de acreditar

de lutar...de se expressar de sentir de partilhar

cada um tem seu jeito de ser feliz e de amar

uns amam em silencio...outros gritam ao vento

mas nem sempre isso é o jeito certo de o amor amar...

tudo que se sabe que ninguém pode sentir o sentimento

do outro ...ninguém pode julgar ...cada um sabe de si

por isso ninguém pode julgar
02 de Novembro, 2016

NO SEU NO MEU E NO DE TODOS

Luís Martins


As mudanças verdadeiras,acontecem de dentro para fora.
A limpeza começa em SEU coração.?
Querer mudar fora sem ver o que está dentro ...é como limpar limpar e continuar sentindo mal cheiro...é estar sempre desconfortável ...impaciente...inquieto e desanimado....por mais que faça é o mesmo que não ter feito nada...
02 de Novembro, 2016

Para encontrar uma mão precisa estender a sua antes...

Luís Martins


Só não encontra uma mão estendida quem nunca estendeu a sua sem segundas intenções....quem só fez pensando em querer ...quem só estendeu para pegar o que o outro tem...nunca achará alguém que não lhe estende com interesse também...temos que abrir o coração...mas isso só acontece com quem tem um coração para abrir...coisas que nem todos tem... enfim...só não reclamar pelo o que direito nao tem...vá em frente e siga fazendo o bem...que a vida retribuirá ...isso ninguém pode negar....mesmo os maus ainda acham quem lhes façam ...mesmo xingando ...mas dão porque coração bom que ajuda sempre tem...um em algum lugar ...feliz de quem encontrar...seja boa pessoa ou seja mesmo os quem não valorizam...
02 de Novembro, 2016

Sorrir é preciso

Luís Martins


Apesar de todas as dificuldades, que o seu sorriso seja a primeira e a ultima ação do dia.
Sorrir é a única forma de afastar a tristeza que chega a toda hora de todo lugar ...tem horas que parece que todos se juntam para perseguir para ferir para humilhar...outros que parecem ser bom acham pouco e começa abandonar...o que fazer ...só sorrir e viver ...deixar que cada um receba da vida o que lhe deu um dia prazer em fazer ...Deus é Luz só ele pode iluminar que anda no escuro e quer a luz dos outros apagar...só que para tudo continuar na vida precisa do sorriso brilhar...não importa o que lá dentro esteja a machucar....sorria sorria sorria ...até a maldades dos maus não suportar...mesmo depois continuar sorrindo sem parar...
02 de Novembro, 2016

As maravilhas do mundo não cessam de aparecer...

Luís Martins


AS PESSOAS QUE APRECIAM AS COISAS QUE NÃO SAO SUAS SÃO AS MAIS FELIZES....QUEM É DO BEM NÃO PRECISA POSSUIR PARA DAR VALOR ...PODE VALORIZAR O QUE NÃO PODE TER ...PODE APRECIAR E AJUDAR ETC...MAS COMO MUITOS SÓ CUIDAM DO QUE TEM COMO POSSE ...ACABAM NÃO FAZENDO NADA ...PORQUE DE FATO NINGUÉM TEM NADA DE SEU...TUDO ACABA UMA HORA ...E SE NUNCA ACABA ...É PORQUE NÃO É SÓ NOSSO...APENAS ACHAMOS QUE É...







BELISSIMO PALACIO 


MARAVILHOSO MAR ...NÃO É DE NINGUÉM É DE TODOS PARA APRECIAR...
02 de Novembro, 2016

Ponte no Rio Nilo Azul, na Etiópia

Luís Martins



Ponte no Rio Nilo Azul, na Etiópia, precisou ser reconstruída anos após ser o local do primeiro projeto da organização (Foto: Bridges to Prosperity)

Atualmente, a organização tem convênio com diversas universidades, não apenasnos Estados Unidos, mas também nos países em que desenvolve projetos. O foco agora, segundo Avery, é disseminar o conhecimento para que mais pontes possam ser construídas.

“Estamos tentando tirar o foco de nós mesmos e pensar em como podemos treinar pessoas ao redor do mundo para construir estas pontes de baixo custo. Se eu posso construir 100 pontes, como faço para que sejam construídas mil? Queremos investir em treinamento, capacitação, descobrir como podemos deixar o conhecimento e a expertise para que o trabalho seja feito sem que estejamos lá”, explica Avery. Por isso, a organização prioriza trabalhar em países com um pouco mais de estrutura – ter estudantes de engenharia dispostos a continuar o trabalho é essencial.

A engenheira, que já recebeu diversos prêmios e reconhecimentos por seu trabalho, aconselha quem tem o desejo de fazer algo parecido a seguir seus instintos. “Eu sempre fui muito inspirada pelas pontes, sempre foi algo que fazia sentido para mim. Eu não precisei que alguém me convencesse ou dissesse para mim porque as pontes são importantes. É algo que já estava na minha alma. Então eu não me acomodei, sempre procurei algo que me deixasse empolgada, e não tive medo de começar pequeno. Basta achar algo que você goste de fazer.”